Os gritos dos desacordados de sempre!!!

Lendo inúmeras postagens, vejo que pouco as pessoas têm aprendido com os horrores que vemos e lemos todos os dias, face as invasões islâmicas mundo afora. Aí acabei por comentar um post que vi. Aliás o post me chamou tanto a atenção que a resposta foi longa pra lá, mas ideal para colocar aqui. Segue a baixo o texto da postagem:

“Nas fotos do Sheikh terrorista que esteve no Brasil à convite do Sheik Rodrigo (brasileiro).
Este Sheikh da Arábia Saudita (Mohammad Al-Arefe) apoia e financia o Estado Islâmico e incita ao assassinato de cristãos no Oriente Médio.. Ele está proibido de entrar na Europa e no Estados Unidos. Mas no Brasil ele entra e sai à hora que quer.
Em uma das imagens vcs podem ver o César (brasileiro) com o Terrorista em bairros pobres do Brasil.. E na Outra Imagem você verá o brasileiro César e o Sheikh terrorista com uma mulher brasileira à islamizar os brasileiros junta com eles.. à pergunta que fica é :
Este é o amor e a paz que o sheikh Rodrigo e César querem para o Brasil ?” (P.A.)

Antes de seguirmos com o meu comentário que a este ensejou, informo que entrei em contato com a pessoa que fez a postagem e esta pediu para que para fazer como eu quisesse; por isso o identifiquei com suas iniciais

  1. – Não há como se armarem, votaram para que fossem desarmados num plebiscito. Mas a culpa, mais do que do povo, que tem grande de deficiência de interpretação, por falta de conhecimento da própria língua, se dá pela forma como o governo, àquela época organizou o texto; levando a esse resultado desastroso.

Então os grito: “vamos nos armar”, não funciona, até que se revogue o que o povo escolheu.

  1. – Dizer que os “refujihadistas” invadiram “a”, “b” ou “c”, é pífio, pois mostra total desconhecimento da questão no Brasil, pontuemos, alguns exemplos já usados em alguns dos meus artigos:
  • – Chegada árabe, efetiva no Brasil, meados e final do século XIX, em número considerável; espalhando-se pelo país; basta analisar a história da venda de porta em porta, os famosos mascates, já tantas vezes retratados em novelas televisivas, radiofônicas entre outras.
  • – Áreas de interesse comercial, como 25 de Março, Brás, Pari em São Paulo e como não lembrara do nome do maior camelódromo do Rio de Janeiro, “Saara”
  • – Matérias de revista Veja. mencionada com data em meus artigos, que aponta com base em relatórios divulgados uma série de operações de elementos ligados ao terror, já de há muito no país. Comprovasse isso após decreto presidencial de FHC, bloqueando bens e contas da família Bin Laden, após a vinda de Ussama Bin Laden ao Brasil, para reunião em foz, com um Egípcio radicado em SP desde muito antes, que mantinha uma lan house, e, era responsável por questões outras ligadas à Al Qaeda.
  • – Já é sabido, de uns 15/20 anos que parcela da população das periferias do país, vêm se convertendo ao Islão, bem como houve nos últimos 10 anos o aumento em 10 vezes o número de territórios invadidos para implementação da chegada do que se aproxima, as mesquitas.
  • – A lei 13.260/16, que não pode ser usada contra árabes que lançaram bomba, recentemente contra manifestantes pacíficos na Av Paulista em SP, é a mesma que protege os MST’s da vida e que protegerá os árabes com seus argumentos idiotas; complementando isso temos o Mercosul, uma das maiores portas de entradas de terrorismo desde o início, hoje regulamentada pela lei 13.445/17, recém sancionada por Temer, num verdadeiro ato inconstitucional sem precedentes.

Há evidente apoio de setores privados e governamentais para isso, os poucos que estão chegando, o fazem com base no pilar da Hégira, quem lê meus artigos entende o que é isso. Após começara o problema real.

Mas hoje o maior problema, é a falta de unicidade no país, por parte do povo; a corrupção enorme, o que beneficia a chegada do sistema teo-político islâmico, bem como a total falta de cultura a qual o brasileiro médio sempre foi submetido.

Concomitante a idiotice gritante com a mania de chamar Islão de religião! Islão não é religião, quem assim o acha já caiu dentro do enredamento que se estabelece há anos no mundo. E´mais do que evidente que não perceberam as manobras utilizadas nos países da África, na, hoje, “Eurábia” e agora já assolando as Filipinas.

Para melhor qualidade de defesa, preparo, manifestações contras as leis ignóbeis que facilitam a vinda desses assassinos, há premente e urgente necessidade de maior conhecimento de história, fatos e o mais importantes, entender quem será o invasor que fará no Brasil pior do que o que há na Inglaterra, Alemanha, Suécia, etc. Sim, pior, pois o Brasil não tem a maturidade de Estado, de legislação, de povo, de governo etc.

Gritar e xingar, não resolve, mostra que antes do brandir da porca e suja cimitarra, muito já perderam a cabeça ou tiveram suas filhas estupradas, por falta de conhecimento e vontade de fazer algo e não mais ser massa de manobra! Já passa da hora duma “Primavera Brasileira”. Pois se o brasileiro não começar a se mexer de fato a coisa só vai piorar.

 

Lembremos sempre desses passos para a islamização:
 HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.
TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.
MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.
HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).
AL‐WALA’ WA’L‐BARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.
Acordemos! Urge a necessidade de acrodarmos para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordemos!

Abraços, com votos de paz e bons olhos para enxergar melhor o que se aproxima.

 

Referência de Imagem: https://goo.gl/images/V4zNHL

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