A cultura do estupro, aquilo que o ocidente finge não ver!

                Por Amir Kater

                 A jovem Ekhlas acaba se tornando a voz de tantas outras mulheres estuporadas pelo mundo a fora, nessa barbárie islâmica! Claro que além dos estupros, da escravização, inclusive, para a prática desse crime horrendo, que tem, na questão islâmica, base em “livro sagrado”, há a perseguição e assassinatos constantes do povo Yazidi.
                Tomo a liberdade de retirar da matéria que li alguns trechos (link com matéria completa ao final deste):

“Minha vida era bonita, mas duas horas a mudaram completamente”, contou ela a Fiona Lamdin, do programa Victoria Derbyshire, da BBC.

“Eles vieram com sua bandeira negra. Mataram os homens e estupraram as meninas.”

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-40711411

Como não se repugnar com o simples fato de um grupo, o DAESH, também chamado de Estado Islâmico (EI) praticar toda a sorte de desmandos humanos, sob a alegação de que estas são ordens do profeta, Mohamed (Maomé), devido as revelações “angelicais” que recebia desde o “Criador”, vemos mais adiante onde isso se baseia.

“Ela, então com 14 anos, e sua família tentaram escapar pelas montanhas, mas não chegaram muito longe. “Mataram meu pai diante dos meus olhos. Vi o sangue dele em suas mãos.” Sequestro e estupro Quando capturaram sua família, os militantes do Estado Islâmico separaram Ekhlas da mãe e a colocaram em uma prisão. “Tudo o que escutava eram gritos, choro. Todos estávamos com fome, eles não alimentavam ninguém”, disse ela. “Vi um homem de mais ou menos 40 anos sobre uma menina de 10. A menina gritava.” “Nunca me esqueci desses gritos. Ela dizia ‘mamãe, mamãe…’, mas não conseguimos fazer nada.” A jovem foi escolhida por um militante entre um grupo com 150 adolescentes. “Era tão feio, como um monstro, com cabelos compridos. Cheirava tão mal… tinha tanto medo que não conseguia olhá-lo.” “Me estuprou todos os dias, durante seis meses. Tentei me matar”, relatou a adolescente ao programa da BBC. “Como consigo contar tudo isso sem chorar? Fiquei sem lágrimas”, concluiu. “Quando a conheci, não fazia contato visual”, relata a advogada. Atualmente, entre 2 mil e 4 mil jovens yazidis estão em poder do EI. “Você pode pensar que sou forte como uma pedra, mas quero que saiba que estou ferida por dentro. Minha dor é como a de cem mortes.”

(http://www.bbc.com/portuguese/internacional-40711411)

Sim, realmente chocante, incômoda, nauseante a pálida ideia de imaginar que milhares de meninas e mulheres passam por isso não só nas mãos dos terroristas do DAESH, mas, que igualmente pode passar, nas mãos de qualquer homem islâmico, devido à sordidez e permissão “religiosa” que consta do “livro sagrado”, vejamos:

O Alcorão diz 91 vezes que Maomé é o “melhor exemplo de conduta para a humanidade.”

“Escravidão é parte do islamismo . . . escravidão é parte da jihad, e a jihad permanecerá enquanto existir o Islã.” —Sheikh Saleh Al-Fawzan, autor do livro-texto religioso At-Tawhid(“Monoteismo”) e clérigo saudita.

(http://www.danielpipes.org/blog/2003/11/saudi-religious-leader-calls-for-slaverys)

Em casos de adultério ou estupro, a mulher precisa do testemunho de quatro homens [Alcorão 24:11-20]. Se ela não provar sua inocência (mesmo do estupro), ela é apedrejada.

Esposas podem ser estupradas.

E porque o testemunho do homem vale mais?

“O Profeta disse: “Não é o testemunho de uma mulher igual a metade da de um homem?” As mulheres disseram: “Sim”. Ele disse: “Isso é por causa da deficiência da mente da mulher.” Sahih Bukhari 3:48:826 

Escravas são propriedade sexual de seus donos masculinos.

O Alcorão na Sura 4:24 diz:

Veja também as Suras 4:3; 23:5-6; 33:50; 70:22-30, todas permitindo os homens donos de escravas a terem sexo com suas escravas. As Suras 23:5-6 e 70:22-23 permitem os homens a terem sexo com elas durante o período Mecano, durante tempos de paz antes de Mohamed iniciar suas pequenas pelejas e suas guerras enquanto ainda esteja sediado em Medina.

A hadice demonstra que os jihadistas Muçulmanos realmente tinham sexo com as mulheres capturadas, não importando se eram ou não casadas. Na seguinte passagem da hadice, Khumus significa um-quinto dos espólios de guerra.

Homens adultos são permitidos a se casar com meninas pré-puberes.

O Alcorão na Sura 65:1, 4 diz: 65:1 Ó Profeta! Quando vos divorciardes das mulheres, divorciai-vos delas no início de sua iddah, seu tempo de espera. E enumerai a ciddah… 4 e aquelas de vossas mulheres que não mais esperam o mênstruo, sua ciddah, se duvidais, será de três meses, e assim também, a das que não menstruam. E as mulheres grávidas, seu termo será o deporem suas cargas. (NASR) Maududi corretamente interpreta o verdadeiro significado do verso 4, o qual aparece no contexto do divórcio: Portanto, fazendo menção ao período de espera das meninas que ainda não menstruaram, claramente se prova que não é apenas permissível presentear uma menina nessa idade, mas é permissível a um marido consumar seu casamento com ela. Agora, óbviamente nenhum Muçulmano tem o direito de proibir uma coisa que o Alcorão tem tratado como permissível. (Maududi). Se divorciar de uma pré-púbere implica casar-se com ela. Então, os pais da menina pré-púbere podem presenteá-la [a um homem], e seu novo esposo pode consumar o casamento com ela. Se o Islã cresce por todo o mundoi, ninguém deveria se surpreender [de ver que] os Muçulmanos crentes do Alcorão abaixaram a idade das meninas para nove anos de idade. É exatamente isso o que aconteceu no Irã após a revolução religiosa de Ayatollah Khomeini. A idade de casamento de uma menina foi abaixado para nove anos. Por que isso nos surpreenderia? Afinal, Mohamed se noivou de Aisha quando ela tinha seis anos, e consumou o casamento quando ela tinha apenas nove. A hadice diz: … Então ele [Mohamed] escreveu o documento do casamento com Aisha quando ela era uma garota de seis anos de idade, e consumiu o casamento quando ela tinha nove anos…

(Copyright de James Malcolm Arlandson. Originalmente publicado noamericanthinker.com. Este artigo foi levemente editado para o Respondendo ao Islã. * Este artigo é uma tradução de “Top ten rules in the Quran that oppress and insult women”. * This article is a translation of “Top ten rules in the Quran that oppress and insult women)

(http://www.answering-islam.org/mulheres/10mulheres.html)

Sim, podem,os ainda aferir outros textos, direito do Alcorão, suras:

An-Nisâ’   –  [4:3]   Se temerdes ser injustos no trato com os órfãos, podereis desposar duas, três ou quatro das que vos aprouver, entre as mulheres. Mas, se temerdes não poder ser eqüitativos para com elas, casai, então, com uma só, ou conformai-vos com o que tender à mão. Isso é o mais adequado, para evitar que cometais injustiças.

Na Nur – [24:13] Por que não apresentaram quatro testemunhas? Se não as apresentarem, serão caluniadores ante Deus.

Al-Ahzâb  –  [33:50]  E não obedeças aos incrédulos, nem aos hipócritas, e não faças caso de suas injúrias; encomenda-te a Deus, porque Deus te basta por Guardião.

Suras 23: 5-6 e 70: 22-230 permitem que os homens façam sexo com eles no período de Meccan, em tempos de paz antes de Muhammad ter iniciado suas escaramuças e guerras enquanto se encontrava na Medina. 
Os hadith demonstram que os jihadistas muçulmanos realmente fazem sexo com as mulheres capturadas, sejam ou não casados. Na seguinte passagem hadith, Khumus é um quinto dos despojos da guerra. 

(http://www.answering-islam.org/mulheres/10mulheres.html)

Como o ocidente pretende lidar com esse tipo de ação, covarde, torpe? Como e o que fazer com a permissividade que tem partido dos governos, com o carro chefe dessa vanguarda pluralista, relativista e permissiva que se chama Brasil, com lei antiterrorismo que não pune o terror, de fato, basta ler art. 2º, §2º,  da Lei 13.260/16, bem como que aniquila o “Estatuto d Estrangeiro”, promulgando a excrescência da  Lei 13.445/17, que além de ignóbil, é mais do que inconstitucional, pois se quer passou por consulta pública.

O que e como o povo brasileiro, ainda alienado, atrasado para o entendimento de alguns pontos conseguirá fazer em sua proteção, uma vez que na matéria no sítio da internet, não se via, quando li, qualquer manifestação de nenhum tipo de grupo engajado à proteção de vítimas de estupro? Onde ou o que estão fazendo os grupos de ativistas desse âmbito; esperarão que a turba “refujihadista” chegue para após se mobilizarem?

É sabido, é de conhecimento geral que muitos países já sucumbem à “sharia”, o Brasil, está seguindo o mesmo caminho, basta ver o ilustre visitante que menciono no artigo anterior. Assim como o nome do palestrante, muitos não percebem que está se escalonando,à maior, políticas de “araki”, trocadilho com o nome do palestrante ultra radical xiita que palestrará em São Paulo, capital, no próximo dia 29. E o pior é perceber que a população, aceita as políticas de “araki”, pois não as contesta, não as tenta impugnar por vontade geral. Parecem querer aceitar o “abate” assim como os bois já estabulados sendo levados para o momento final, entorpecidos.

O que há de ser do Brasil? Com certeza um carnaval de cimitarras brandido, com as cornetas dos gritos de suas vítimas estupradas, se inebriando com o cheiro do sangue que escorrerá em suas praias, como houve com os irmãos coptas no Egito? Quem conseguiria trazer respostas?

Há aqueles que dizem que isso é cultural, como alegou juiz de certa corte após um tunisiano esfaquear mulheres que trajavam biquínis em uma praias, salvo engano na Austrália, sob o argumento em seu decidido que a absolvição se deu pelo entendimento de que o tunisianos, sofre com a diferença de cultura; n

Ora, o conceito de certo e errado, posso ou não posso, devo ou não devo, não se aplica aos islâmicos, para que assim, não caiam em problemas de “ressaca moral” após estuprarem crianças, jovens, mulheres de meia idade ou já idosas? O que se está pretendendo; que haja na América Latina, no Brasil, “fenômenos” como os que assolam coptas, yazidis, judeus e outras com seus integrantes sendo religiosos ou não? Lembrando aos brasileiros, que em seu país já se denota o aumento, considerável dos crimes de estupro; o que nos leva a questionar, será que isso, o aumento dessa barbárie, ainda sem os “refujihadistas”,  não será um fator de mais fácil adaptação por parte de alguns ao Islam; afinal os iguais (estupradores e degenerados mentais e espirituais – não toda a população, evidente) se atraem não?

Lembremos sempre, do seguinte:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

 TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

 MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

 HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

 ALWALA’ WA’LBARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

Urge a necessidade de acordar para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordem! Percebam os jogos, jogadas e “sacadas” políticas que permeiam a nova realidade mundial.

Abraços, com votos de paz e bons olhos para enxergar melhor o que se aproxima.

 

 

 

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-40711411

http://www.answering-islam.org/mulheres/10mulheres.html

http://infielatento.blogspot.com.br/2011/07/estupro-e-escravidao-sexual.html

 

Rreferência de imagem: https://goo.gl/images/6rtzUg

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