A cultura do estupro, aquilo que o ocidente finge não ver! II

Cultura estupradora da falta de conhecimento que só corrobora para a Eficácia da Sharia!

Por Amir Kater

“Porque falar de estupro novamente?” alguns devem estar se perguntando, esse é o tipo de assunto que deveríamos conversar abertamente no intuito  de sanar qualquer duvida e preconceito; porém, vendo a insistência de alguns em negar o óbvio, de outros em “grasnar” agressivamente, resolvemos fazer uma nova abordagem do tema “cultura do estupro”, que, sim existe, gostem ou não, e acaba por beneficiar os apoiadores, aplicadores, defensores da “sharia” (leis religiosa islâmica). 

  • O que é a cultura do estupro?
  • Ela existe?                                                                                                                   
  • É crime?

O senhor ou a senhora já deve ter escutado, lido e/ou até falado alguma dessas frases se é que infelizmente não usou todas: “Que roupa ela estava usando?”, “Ela bebeu?”, “Ela facilitou”, “Numa festa? Estava pedindo!”, etc. Aqui já podemos ‘sentir’ um pouco dessa cultura, logo sim, Ela existe!

O que a falta de conhecimento ou negação desse tema pode corroborar para o Islam ganhar espaço no meu país?

  Pensando como o direito brasileiro vê o estupro :

CP – Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940

Art. 213. Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso: (Redação dada pela Lei nº 12.015, de 2009)

§ 1º Se da conduta resulta lesão corporal de natureza grave ou se a vítima é menor de 18 (dezoito) ou maior de 14 (catorze) anos: (Incluído pela Lei nº 12.015, de 2009)

§ 2º Se da conduta resulta morte: (Incluído pela Lei nº 12.015, de 2009)

Art. 146. Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, ou depois de lhe haver reduzido, por qualquer outro meio, a capacidade de resistência, a não fazer o que a lei permite, ou a fazer o que ela não manda:

§ 1º – As penas aplicam-se cumulativamente e em dobro, quando, para a execução do crime, se reúnem mais de três pessoas, ou há emprego de armas.

§ 2º – Além das penas cominadas, aplicam-se as correspondentes à violência. (CONCURSO MATERIAL)

§ 3º…

 (https://codigopenalcomentado.wordpress.com/2010/03/27/art-146-constrangimento-ilegal/)
(https://www.jusbrasil.com.br/topicos/10612010/artigo-213-do-decreto-lei-n-2848-de-07-de-dezembro-de-1940)

 Logo sim, é Crime! Isso nunca foi discutido ou negado!

Agora que já sabemos que essa Cultura do Estupro Existe de fato e que É Crime podemos continuar, pois esperamos que passem a entender ou perceber o assunto sem Julgamento e sim com “curiosidade”, pois se você leu até aqui é por conta ‘dela’.

 A partir do momento que indagamos/julgamos a vítima perguntando e logo depois tirando conclusões, sim estamos ‘fazendo’, enraizando, a Cultura do estupro. No instante que você faz perguntas ou afirmações como as mencionadas no início deste, sim você é mais um agente ativo da cultura do estupro, tem um ditado brasileiro que diz “Quem cala consente”, nesse caso quem se cala diante de uma cultura dessa, também é um agente passivo. Assim como ativistas que percebem tias questões nos países que estão sendo dominados pelo Islam, mas preferem falar que isso é a cultura deles, que além disso há previsão em normal sócio-religiosa; algo absurdo, pois o ou a ativista que assim age, só ajuda o aumento do estupro, que sempre será visto como algo de uma cultura diferente. E há tribunais que estão acatando esse entendimento, enraizando a “sharia” nos territórios de sua competência, sem perceber que uma vez estabelecida o Ocidente não mais conseguirá banir facilmente.

 A cultura do estupro é uma consequência da naturalização de atos e comportamentos sociais, hoje mais do que antes, nominados: machistas, sexistas e misóginos; que estimulam agressões sexuais e outras formas de violência contra as mulheres. No caso do artigo anterior, o comprovamos com base nos textos do Alcorão, pois nosso foco é a islamização, mas muitos pasmem todos, não conseguem entender algo tão simples. E que na, hoje, “Eurábia” é uma realidade pungente! Esses comportamentos podem ser manifestados de diversas formas, incluindo cantadas de rua, piadas sexistas, ameaças, assédio moral ou sexual, estupro e homicídio da vítima. Na cultura do estupro, as mulheres vivem sob a constante ameaça física e/ou psicológica. Basta que se analise a legislação brasileira vigente, não cabe aqui discutir se boa ou não, eficaz ou não, que nos depararemos com a Lei 11.340/06, que versa sobre tal questão e se o que aqui fazemos questão de repetir sobre o tema anterior, não haveria necessidade de existir, não?

A cultura do estupro é violenta e tem consequências sérias. Ela fere os direitos humanos, em especial os direitos humanos das mulheres, assim como a “sharia”. 

 (https://nacoesunidas.org/por-que-falamos-de-cultura-do-estupro/)

Novamente vejamos hoje, com essa abordagem diferente da primeira, se fica mais fácil o entendimento do que estamos falando, pois aqueles europeus, principalmente os suecos, que têm uma visão tão ou mais leniente que brasileiros, no quesito entendimento de islamização e leniência quanto a “cultura” islâmica, seguem trechos do artigo anterior:

Em casos de adultério ou estupro, a mulher precisa do testemunho de quatro homens [Alcorão 24:11-20]. Se ela não provar sua inocência (mesmo do estupro), ela é apedrejada.
 (http://www.answering-islam.org/mulheres/10mulheres.html)

Percebamos que aqui, no texto alcorânico, marcado acima, se estabelece claramente aquelas perguntas do início do texto, qual seja a completa inversão de valores, que se aplica, hoje, no ocidente, no caso específico o Brasil, onde a vítima é criminalizada, a vítima é a provocadora da injusta agressão que se lhe impõe ou impuseram. Segue a falta de senso islâmico, que muitos não entenderam no artigo passado, e, que acabaram por corroborarem com suas intervenções, muitas vezes agressivas:

Esposas podem ser estupradas.

 

E porque o testemunho do homem vale mais?

“O Profeta disse: “Não é o testemunho de uma mulher igual a metade da de um homem?” As mulheres disseram: “Sim”. Ele disse: “Isso é por causa da deficiência da mente da mulher.” Sahih Bukhari 3:48:826 

 (http://www.answering-islam.org/mulheres/10mulheres.html)

Desde a tenra idade seja da menina/mulher e do menino/homem, se ensina que: “Homens de verdade são durões; não choram.”, “Homens de verdade não deixam ninguém mandar neles.” ou “Os homens são superiores às mulheres.” Ainda mais as duas últimas na cultura islâmica.

Sim, a Base da Cultura do Estupro é o pior da falta de informação, precisamos quebrar esse preconceito que está se engendrando no nosso dia-a-dia desde pequenos, pois isso corrobora para que a sharia, tenha mais um ponto ao seu favor no Brasil.

O vosso preconceito para com o assunto e a vítima só torna mais real o que os Islâmicos pregam.

A cada dia estão todos mais vulneráveis por não termos informações sobre aquilo que não sabemos.

 “Quando os homens muçulmanos imigraram à Suécia, eles trouxeram a cultura islâmica da permissão do estupro. Trata-se de uma cultura entrenhada e vinculada ao tratamento de suas próprias mulheres. Conforme a Sharia, lei islâmica, as mulheres têm a obrigação de cuidar da casa e das crianças e atender os desejos sexuais dos maridos. Uma mulher não submissa corre o risco de ser estuprada pelo próprio marido. Entretanto, ainda conforme a Sharia, essa cultura do sexo forçado impacta também as mulheres suecas, pois, como “infiéis” (não muçulmanas), servem legalmente de alvo de ataque por homens muçulmanos. Tal sistema de crença tem levado à disparada nos casos de estupro na Suécia, mais de 1 mil, desde que as portas do país foram abertas para a imigração muçulmana.”

  (http://www.brazilianvoice.com/bv_noticias/apos-abrir-fronteiras-para-refugiados-suecia-sofre-aumento-de-casos-de-estupro.html)

Sabemos que o tema é árido, sabemos que muitos, latinos, ainda tem dificuldade em lidar com o mesmo, e a junção da aridez com a dificuldade, preconceito, só facilita os vindouros islâmicos com sua “cultura” a terem mais facilidade para conseguir o que já conseguiram em muitos países, o respeito e acatamento, mesmo que por hora parcial, cada localidade com sua proporção de aceitamento, da “SHARIA”.

 Finalizamos mais uma vez com o depoimento de uma das vítimas da “cultura” islâmica que perpetra e se beneficia de quem nega a “cultura do estupro”: 

 “Minha vida era bonita, mas duas horas a mudaram completamente… Ela, então com 14 anos, e sua família tentaram escapar pelas montanhas, mas não chegaram muito longe… Mataram meu pai diante dos meus olhos. Vi o sangue dele em suas mãos.” Sequestro e estupro Quando capturaram sua família, os militantes do Estado Islâmico separaram Ekhlas da mãe e a colocaram em uma prisão… Tudo o que escutava eram gritos, choro. Todos estávamos com fome, eles não alimentavam ninguém”, disse ela. “Vi um homem de mais ou menos 40 anos sobre uma menina de 10. A menina gritava. Nunca me esqueci desses gritos. Ela dizia ‘mamãe, mamãe…’, mas não conseguimos fazer nada.” A jovem foi escolhida por um militante entre um grupo com 150 adolescentes. “Era tão feio, como um monstro, com cabelos compridos. Cheirava tão mal… tinha tanto medo que não conseguia olhá-lo.” “Me estuprou todos os dias, durante seis meses. Tentei me matar”, relatou a adolescente ao programa da BBC. “Como consigo contar tudo isso sem chorar? Fiquei sem lágrimas”, concluiu. “Quando a conheci, não fazia contato visual”, relata a advogada. Atualmente, entre 2 mil e 4 mil jovens yazidis estão em poder do EI. “Você pode pensar que sou forte como uma pedra, mas quero que saiba que estou ferida por dentro. Minha dor é como a de cem mortes.”

   (http://www.bbc.com/portuguese/internacional-40711411)

É mais do que importante evitar, sequer, parecer ou se assemelhar mesmo que em ideias aos insanos colonizadores, estupradores, decapitadores, sequestradores islâmicos, “radicais” como muitos insistem em dizer. Afinal para eles, é cultural, “religioso” e normal a prática de tudo aquilo, que a sociedade ocidental, incluindo a brasileira, execra!

Lembremos sempre, do seguinte:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

AL‐WALA’ WA’L‐BARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

Urge a necessidade de acordar para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordem! Percebam os jogos, jogadas e “sacadas” políticas que permeiam a nova realidade mundial.

Abraços, com votos de paz e bons olhos para enxergar melhor o que se aproxima.

 

Refereência de imagem: https://goo.gl/images/ZadbJS

 

https://codigopenalcomentado.wordpress.com/2010/03/27/art-146-constrangimento-ilegal/

https://www.jusbrasil.com.br/topicos/10612010/artigo-213-do-decreto-lei-n-2848-de-07-de-dezembro-de-1940

https://nacoesunidas.org/por-que-falamos-de-cultura-do-estupro/)

http://www.answering-islam.org/mulheres/10mulheres.html

http://www.answering-islam.org/mulheres/10mulheres.html

http://www.brazilianvoice.com/bv_noticias/apos-abrir-fronteiras-para-refugiados-suecia-sofre-aumento-de-casos-de-estupro.html

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-40711411

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